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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Qual mulher nunca teve: * Um sutiã meio furado, *Um primo meio tarado, *Ou um amigo meio viado? Qual mulher nunca tomou : *Um fora de querer sumir, *Um porre de cair *Ou um lexotan para dormir? Qual mulher nunca sonhou : *Com a sogra morta, estendida, *Em ser muito feliz na vida *Ou com uma lipo na barriga? Qual mulher nunca pensou : * Em dar fim numa panela, *Jogar os filhos pela janela *Ou que a culpa era toda dela? Qual mulher nunca penou : *Para ter a perna depilada, *Para aturar uma empregada *Ou para trabalhar menstruada? Qual mulher nunca comeu : *Uma caixa de Bis, por ansiedade, *Uma alface, no almoço, por vaidade *Ou, um canalha por saudade? Qual mulher nunca apertou : *O pé no sapato para caber, *A barriga para emagrecer *Ou um ursinho para não enlouquecer? Qual mulher nunca jurou : *Que não estava ao telefone, *Que não pensa em silicone *Que 'dele' não lembra nem o nome?

Novela da Globo humilha negros no mês da consciência negra

Quando a novela Viver a Vida estreou na Rede Globo, muitos de nós — ativistas da luta contra a discriminação racial — ficamos contentes. O fato de ter como protagonista uma mulher negra, bonita, inteligente e bem sucedida profissionalmente parecia-nos um importante passo da televisão brasileira.
A personagem de Taís Araújo poderia estar colocando um ponto final nos quase 50 anos de estereótipos depreciativos na mídia brasileira, em especial quanto às mulheres negras, condenadas a representarem papéis em que eram estigmatizadas como profissionais da cozinha ou da cama.
Relevamos o fato de que, nas raras vezes em que homens ou mulheres negros aparecem com algum destaque, necessariamente têm um parceiro, ou parceira, branco, como se a ascensão social de negros no mundo ficcional global necessitasse de um "fiador" para se consumar.
Ingenuamente acreditamos que, finalmente, a maior rede de televisão do Brasil, percebera que somos um país com enorme pluralidade étnica e, portanto, não seria mais aceitável que nas telas dos lares brasileiros aparecessem apenas brancos em papéis importantes. Supomos, inclusive, que a Globo tinha feito autocrítica e mudado de rumos após o vexame de ter colocado a primeira e única família rica da história da televisão, na novela A Favorita, de maneira tão negativa que chegava a assustar. Naquela novela, o pai era um deputado corrupto, envolvido com o tráfico de armas, a filha (a mesma Tais Araújo), uma desajustada e devassa e o filho um alcoólatra que só se "encontrou" quando foi trabalhar como porteiro num hotel.
Para nossa surpresa e decepção, presenciamos uma cena num capítulo recente de Viver a Vida que nos remete a clássicos da dramaturgia brasileira no reforço da humilhação das personagens negras. Helena, interpretada por Taís Araújo, sentindo-se culpada pelo acidente que sofreu Luciana, personagem de Aline Moraes vai desculpar-se com a mãe desta, Tereza, representada por Lília Cabral.
Na cena, de joelhos, Helena pede perdão pelas consequências de um acidente pelo qual não era responsável. Tereza, a quem o desespero por ver a filha paralisada somava-se à raiva por seu marido tê-la trocado por Helena, não a perdoa e desfere-lhe um tapa no rosto.
O reforço da ideia da mulher negra como permissiva e disponível, que levaria os homens (brancos) a cometerem loucuras e a extrema humilhação de Helena na cena, faz acreditar que o autor e a Globo resolveram punir a personagem, colocando-a no "seu lugar", ou seja, de uma pessoa inferior que merece ser surrada a critério daqueles que, efetivamente, são cidadãos plenos de direitos.
Todo o bem que a personagem de Tais Araújo pode ter feito para a autoestima dos nossos meninos e meninas negros das periferias das grandes cidades e dos sertões deste Brasil afora, onde mais de 80 milhões de pessoas assistem a TV Globo, foi enterrado naquela cena.
Mais uma vez a personagem negra sofre humilhação, não reage e aceita a violência, acreditando ser merecedora dela.
É sintomático que a mesma rede de televisão que nos seus telejornais faz campanha contra as cotas e o Estatuto da Igualdade Racial, coloque no ar uma cena tão repulsiva e humilhante para homens e mulheres negras. O Brasil, nos últimos sete anos teve avanços significativos na promoção da igualdade racial. Pela primeira vez na história tivemos quatro ministros de Estado e um ministro do Supremo Tribunal Federal negros. A Lei 10.639 inclui a história da África e dos negros no Brasil nos currículos escolares, o 20 de novembro está oficializado como o Dia Nacional da Consciência Negra e em várias cidades é feriado.
Vemos em propagandas homens, mulheres e crianças negras vendendo cartões de crédito, roupas, veículos, cosméticos, eletrodomésticos móveis e imóveis. Neste 20 de novembro, o presidente Lula vai dar título de posse a 3.600 famílias de quilombolas. Esse avanço, entretanto, parece que não atingiu certos setores da mídia, ou o que é pior, atingiu e contribuiu para que radicalizassem concepções racistas e manifestassem esse pensamento na sua dramaturgia.
O fim dos castigos corporais a negros (resquício de três séculos e meio de escravidão) só foi possível graças a uma rebelião de marinheiros em novembro de 1910. Quase cem anos depois, autores e direção da Rede Globo continuam achando legítimo o espancamento de negros.
A Conferência Nacional de Comunicação, que está sendo organizada pelo governo federal e a sociedade civil organizada, debaterá a linha editorial dos jornais escritos, falados e televisionados, a independência e neutralidade da imprensa, a questão do direito de resposta e diversos outros temas relevantes. Acredito, porém, que nada é mais importante para se debater do que o conjunto de valores que a mídia tem passado para nossa juventude, a concepção de certo e errado, a valorização ou desvalorização de segmentos da nossa sociedade.
Rever a maneira como a população negra, nos seus aspectos econômicos, sociais, políticos e culturais, tem sido apresentada na mídia brasileira me parece ser um resultado importante a ser esperado desta Conferência. Para que, às portas do 20 de novembro de 2010, não tenhamos que nos indignar novamente diante da tela da televisão que apresenta como natural que uma mulher negra seja esbofeteada em horário nobre.
* Maria Júlia Nogueira
Secretária Nacional de Combate ao Racismo da CUT
Certo dia, eu estava na estrada com o meu FIAT 147 e, como era de se esperar, a jabiraca quebrou. Então, encostei o 'podrão' no acostamento e fiquei esperando alguém passar.
Apareceu um Porsche Boxter bi-turbo, a 170km/h. Nisso, o cara do Porsche dá marcha-ré e volta até o FIAT. Ele se oferece para rebocar a porra do FIAT, e eu aceitei a ajuda, mas pedi para não correr muito senão a jabiraca desmontava (óbvio).
E combinei que piscaria o farol toda vez que o Porsche estivesse correndo demais. Então, o Porsche começou a rebocar a jabiraca e toda vez que passava de 60km/h, eu fazia sinal com o farol (no singular mesmo), porque para variar um deles estava em curto e não funcionava. E o cara do Porsche ia puxando a 'batedeira' a 60 km/h no máximo, morrendo de tédio...
Então aparece um Mitsubishi 3000 GT, que intima o Porsche, este não deixa barato e vai pro pau! 120, 130, 150, 190, 210, 240 km/h...
Eu já tava desesperado, piscando o farol que nem um louco, e os dois alinhados...
Os caras passam por um posto policial, mas nem vêem o radar, que registra impressionantes 240 km/h!!
Então, o policial avisa pelo rádio o próximo posto:
Atenção, um Porsche vermelho e um Mitsubishi preto disputando racha a mais de 240 km/h na estrada, e... juro pela minha santa mãezinha... um FIAT 147 colado na bunda deles dando sinal de luz para ultrapassar!!!
O pai estava vendo televisão tranquilamente, quando o filho, que brincava em sua frente, surge com uma pergunta:- Pai, qual é a diferença entre potencialmente e realmente?
- O pai pensa um pouco e responde:
- Filho faz o seguinte; primeiro, pergunta a tua mãe se por 1 milhão de dólares ela faria amor com o Richard Gere. Depois, pergunta a tua irmã se por 1 milhão de dólares ela faria amor com Brad Pitt. E, finalmente, pergunta ao teu irmão se por 1milhão de dólares ele faria amor com o Tom Cruise. Quando me trouxer as respostas, eu te explico a diferença entre potencialmente e realmente.
Horas depois, o filho voltou e descreveu ao pai as respostas :
- A mãe disse que nunca pensou em te trair, mas que por 1 milhão de dólares, e com o Richard Gere, ela não pensaria duas vezes.
- A mana respondeu que seriam dois sonhos realizados de uma só vez. Dar uma com o Brad Pitt e ainda por cima ficar milionária.
- E, finalmente, meu irmão disse que por 1 milhão de dólares faria amor até com o Lula, quanto mais com o Tom Cruise!
Então o pai respondeu:
- Pois é isso, meu filho. Potencialmente, a nossa família tem condições de ganhar 3 milhões de dólares. Mas realmente o que temos, são duas putas e um viado!
Até que ponto a espiritualidade pode ser algo sensual? Pesquisadores da Universidade de Kentucky foram tentar ver o quanto a esse fator pode afetar a vida sexual de uma pessoa adulta e chegaram à conclusão que especialmente para mulheres tem um efeito maior que religião, impulsividade e álcool. Muitas pesquisas já haviam sido feitas antes em torno de religiosidade e sexo, mas esta é a primeira vez que as qualidades da espiritualidade (mais do que religião em si) foram estudadas, a saber conectividade, universalidade e satisfação através da oração. O que acontece é que o relatório final chegou á conclusão de que a conectividade com outros seres humanos é o principal motivo que leva as mulheres a mais sexo com mais parceiros, em muitos casos sem preservativos. Uma das pesquisadoras, Jessica Burris, explica que acreditando que se está intimamente ligado a outros seres humanos e que a interconectividade e harmonia são indispensáveis, pode levar uma pessoa a acreditar que a intimidade sexual é uma qualidade divina ou transcedental. E complementa: "atribuir qualidades sagradas ao sexo foi positivamente associado a reações afetivas em relação a ele, à frequencia de sexo e o número de parceiros nas universitárias entrevistadas". Entre os homens entrevistados, porém, o resultado foi completamente diferente. Os mais espiritualizados foram aqueles com menor frequência sexual, e os pesquisadores acreditam que para o público masculino sexo não está relacionado com espiritualidade já que não é necessariamente uma porta para a intimidade e sim prazer. O estudo foi feito com 353 estudantes (65% mulheres), que responderam a perguntas sobre vida sexual, religiosidade, uso de álcool e impulsividade.
Claudio R S Pucci
Tava o rapaz na porta da Igreja, jogando dados... - Porra, errei !!!
Aparece o padre: - Meu filho, que é isso !!! Usando estas expressões na frente da casa do Senhor. Assim Deus ira lhe castigar !
Mas o jogador continua: - Porra, errei !!!
E o padre diz: - Assim não dá. Se você continuar assim vai ser castigado.
E o jogador de novo: - Porra, errei !!!
Aí sai um raio do céu e acerta o padre em cheio e ouve-se uma voz vindo de cima: - Porra, errei !!!

sábado, 21 de novembro de 2009

"Não haverá paz na Terra, não haverá democracia que mereça resgatar este nome profanado, se não houver socialização da terra no campo e do solo na cidade, da saúde e da educação, de comunicação e da ciência."
Dom Pedro Casaldáliga

AS 7 VERDADES DO BAMBU

Depois de uma grande tempestade, o menino que estava passando férias na casa do seu avô, o chamou para a varanda e falou: Vovô corre aqui! Explica-me como essa figueira, árvore frondosa e imensa, que precisava de quatro homens para balançar seu tronco se quebrou, caiu com o vento e com a chuva… este bambu é tão fraco e continua de pé?
Filho, o bambu permanece em pé porque teve a humildade de se curvar na hora da tempestade. A figueira quis enfrentar o vento. O bambu nos ensina sete coisas. Se você tiver a grandeza e a humildade dele, vai experimentar o triunfo da paz em seu coração.
A primeira verdade que o bambu nos ensina, e a mais importante, é a humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me chama, que é o Senhor.
Segunda verdade: o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um bambu, pois o que ele tem para cima ele tem para baixo também. Você precisa aprofundar a cada dia suas raízes em Deus na oração.
Terceira verdade: Você já viu um pé de bambu sozinho? Apenas quando é novo, mas antes de crescer ele permite que nasça outros a seu lado (como no cooperativismo). Sabe que vai precisar deles. Eles estão sempre grudados uns nos outros, tanto que de longe parecem com uma árvore. Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos predadores.
A quarta verdade que o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta no alto e vive em moita, comunidade, o bambu não se permite criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.
A quinta verdade é que o bambu é cheio de “nós” (e não de eu’s). Como ele é oco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos ajudam, aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos difíceis. Não devemos pedir a Deus que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.
A sexta verdade é que o bambu é oco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preenche, que rouba nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes. Ser oco significa estar pronto para ser cheio do Espírito Santo.
Por fim, a sétima lição que o bambu nos dá é exatamente o título do livro: ele só cresce para o alto. Ele busca as coisas do Alto. Essa é a sua meta. SEJA COMO O BAMBU... Ele verga mais não quebra...
(Pe. Léo)